domingo, 13 de janeiro de 2008

Nagarjuna e o Mahayana


Thangka do século XIX retratando Nagarjuna (linhagem Kagyu, disponível no Himalayan Arts Resources). Clique para ampliá-la.
Abaixo, as 20 estrofes Mahayana de Nagarjuna (via Sangha Margha blog):

[1] Prostro-me ao Buddha todo-poderoso,
Cuja mente é livre do apego,
Que, em sua compaixão e sabedoria,
Ensinou o inexprimível.

[2] Na verdade, não há nascimento —
Então, certamente não há cessação ou liberação;
O Buddha é como o céu
E todos os seres têm essa natureza.

[3] Nem o samsara nem o nirvana existem,
Mas tudo é um continuum complexo
Como a face intrínseca do vazio,
O objeto da consciência última.

[4] A natureza de todas as coisas
Aparece como um reflexo,
Puro e naturalmente brilhante,
Com a natureza não-dual, tal como é.

[5] A mente comum imagina um eu
Onde não há absolutamente coisa alguma,
E se concebe de estados emocionais —
Felicidade, sofrimento e equanimidade.
Continua... -> Sangha Marha

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