Thangka do Exotic India Art (clique para ampliar), com Buda Shakyamuni e momentos de sua vida em volta.
Uma das analogias mais comuns usadas para descrever a natureza de Buda é o próprio espaço. Essa analogia tem três aspectos. Primeiro, assim como o espaço é onipresente -- e, no entanto, imaculado por qualquer coisa que contenha -- do mesmo modo a natureza de Buda penetra cada ser senciente, sem ser de modo algum manchada.B. Alan Wallace, em "Tibetan Buddhism from the Ground Up".
Segundo, assim como galáxias e universos surgem e se vão no espaço, assim as características de nossas personalidades surgem e se vão dentro da natureza de Buda. Nossas sensações surgem e vão; a natureza de Buda continua.
Terceiro, assim como o espaço nunca é consumido pelo fogo, assim a natureza de Buda jamais é consumida pelo "fogo" do envelhecimento, doença e morte.
Tricycle's Daily Dharma, 11 de setembro, 2007.
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